HBO Max: 10 Filmes Clássicos indispensáveis disponíveis no streaming!

HBO Max: 10 Filmes Clássicos indispensáveis disponíveis no streaming!

O HBO Max, serviço de streaming próprio dos conteúdos da HBO e Warner, finalmente está disponível para o público brasileiro. Dito isso, uma das mais gratas surpresas da plataforma, em relação ao seu catálogo de filmes, são alguns clássicos da história do cinema disponíveis para os assinantes, que vem para fazer companhia para famosas franquias como os filmes dos heróis da DC, Harry Potter e Senhor dos Anéis.

Por conta disso, hoje estamos aqui com o intuito de separar dez desses clássicos que, assim como Friends e todas as sagas citadas anteriormente, também merecem um pouco da sua atenção. Vamos a eles!

King Kong (1933)

O Primeiro filme focado em um dos monstros mais icônicos da história do cinema, King Kong, de 1933, hoje em dia é um artefato histórico. A trama é a clássica reproduzida em outras duas ocasiões, nas versões posteriores de 1976 e 2005- Uma expedição liderada pelo cineasta Carl Denham (Robert Armstrong) chega em uma misteriosa ilha, onde Denham pretende filmar o seu próximo filme. Porém, ao chegarem lá, Ann Darrow (Fay Wray), a atriz estrela do longa do ambicioso diretor, é feita refém por nativos, que pretendem utilizá-la como sacrifício para Kong. Partindo em busca de resgatar a bela dama, as consequências, tanto para os membros da expedição, quanto para Kong, acabam por alcançar um nível trágico talvez não imaginado no início. King Kong chocou as audiências na época de seu lançamento e foi um marco pelo uso significativo da tecnologia conhecida como Stop Motion.

O Mágico de Oz (1939)

O Mágico de Oz, baseado no livro The Wonderful Wizard of Oz, de L. Frank Baum, foi a grande aposta do estúdio MGM para a época. O filme nos narra a história de Dorothy (Judy Garland), uma jovem que vive em uma fazenda com seus tios, no Kansas. Quando um ciclone atinge a região, ela e seu cachorro são carregados por ele e acabam por aterrissar na fantástica terra de Oz. Agora, o que Dorothy busca é voltar para casa e, para isso, ela precisará da ajuda do Poderoso Mágico de Oz. No caminho até ele, ela acabará fazendo amizade com três peculiares indivíduos: um Espantalho (Ray Bolger) que quer ter um cérebro; um Homem de Lata (Jack Haley) que deseja um coração e um Leão covarde (Bert Lahr) que sonha em ser corajoso. O filme não fez muito sucesso em seu lançamento original, porém, com o tempo, além de ter lançado o nome da icônica Judy Garland, foi se tornando cada vez mais reconhecido por suas qualidades técnicas e narrativas, até alcançar o status de clássico.

…E o Vento Levou (1939)

No mesmo ano em que a MGM apostou em O Mágico de Oz, David O. Selznick, um dos produtores de cinema mais poderosos e influentes de Hollywood na época, levou para as telas a sua megaprodução …E o Vento Levou. Situado em plena Guerra Civil Norte Americana, o filme nos apresenta o trágico romance entre Scarlett O’Hara e Rhett Buttler, vividos, respectivamente, pela belíssima Vivian Leigh e pelo galante Clark Gable. Os dois tentam conciliar uma relação enquanto Scarlett, que além de possuir diversas frustrações com relações amorosas passadas, precisa lutar para manter o negócio de sua família funcionando em plena guerra. Se ajustado para a inflação, …E o Vento Levou é, até hoje, a maior bilheteria da história do Cinema. O filme, que foi pensado desde o início para ser uma obra grandiosa em todos os aspectos, venceu 10 prêmios Oscar em 1940, incluindo o de Melhor Filme, e é considerado uma das maiores obras da história do cinema.

O Falcão Maltês: Relíquia Macabra (1941)

Paixão do público cinéfilo, os filmes conhecidos como Noir, e suas marcas registradas, como tramas de investigação protagonizadas por homens de índole ambígua e Feeme Fatales, e o uso de sombras e fumaça na fotografia, marcaram época no cinema. Dito isso, O Falcão Maltês, de John Huston, é considerado por estudiosos de cinema como um dos grandes precursores desse estilo. Na trama, acompanhamos o cínico detetive particular Sam Spade (Humphrey Bogart), que é procurado por uma mulher misteriosa (Mary Astor) que busca por proteção, alegando estar sendo ameaçada. O que Spade passará, a partir disso, é uma história recheada de reviravoltas e mortes, tudo por conta de uma estátua em forma de falcão, que na verdade trata-se de uma relíquia de valor incalculável.

Cidadão Kane (1941)

Cidadão Kane, dirigido e atuado pelo lendário Orson Welles, é considerado um dos melhores e mais importantes filmes da história do cinema, por conta das diversas inovações narrativas promovidas pela sua realização. Na trama do longa, acompanhamos um grupo de jornalistas em busca de descobrir o significado do termo “Rosebud“, a última palavra dita em vida por Charles Foster Kane, um famoso magnata da mídia norte-americana . Por meio de flashbacks, nós acompanhamos a história da vida de Kane, de sua infância a vida adulta, onde descobrimos que, por trás de um homem bem-sucedido, há mais mistérios e fraquezas do que se poderia imaginar simplesmente por sua vida pública. Comentar Cidadão Kane não é uma tarefa fácil. Por isso, nós nos aprofundamos em um artigo específico sobre o tema. Confira aqui!

Casablanca (1943)

Um dos maiores romances do cinema, Casablanca é até hoje lembrado por seus momentos e diálogos icônicos (“Nós sempre teremos Paris”). Estrelado por Humphrey Bogart e Ingrid Bergman, dois dos principais nomes da Hollywood Clássica, o filme nos narra a história de Rick Blaine (Bogart), um cínico dono de um bar extremamente popular na cidade de Casablanca, no Marrocos, em plena Segunda Guerra Mundial. O objetivo de Blaine, além de fugir do seu passado, é se manter afastado do conflito global. Porém, seus planos mudam quando Ilsa (Bergman), uma antiga paixão sua, que agora está casada, precisa de ajuda para fugir da perseguição dos nazistas.

Cantando na Chuva (1952)

Cantando na Chuva é considerado o maior musical já produzido quase que de forma unânime entre críticos e estudiosos de cinema. Um filme icônico, e com sequências que permanecem vivas no imaginário popular até hoje (principalmente, é claro, a da imagem acima), ele foi mais um caso de sucesso modesto em seu lançamento original que foi conquistando ainda mais o público e a crítica com o passar dos anos. A trama nos apresenta Don Lockwood (Gene Kelly) e Lina Lamont (Jean Hagen), dois astros da época do cinema mudo que a mídia acredita serem um casal na vida real. O que não é verídico, pois o verdadeiro interesse de Don é a simpática Kathy Selden (Debbie Reynolds). Com a chegada do cinema falado, agora, Don e Lina precisarão se adaptar a essa nova forma de se fazer cinema, com o intuito de manterem seus status no mundo da fama.

Ben-Hur (1959)

Ben-Hur, de William Wyler, é um dos principais filmes épicos já produzidos por Hollywood. O grandioso longa, que foi o mais caro já produzido até aquele momento, nos narra a história de Judas Ben-Hur (Charlton Heston), um rico mercador judeu de Jerusálem, no início do século I, que, após ser acusado falsamente de um crime que não cometeu, é condenado a vida de escravidão por Messala (Stephen Boyd), o chefe das legiões romanas da cidade que uma vez fora seu amigo de infância. Porém, uma reviravolta faz com que surja uma oportunidade de vingança para Ben-Hur. Recordista de vitórias de prêmios Oscar numa mesma noite (empatado com Titanic e Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei), o filme faturou incríveis 11 prêmios na cerimônia de 1960.

Intriga Internacional (1959)

Dirigido por Alfred Hitchcock, o mestre do suspense, Intriga Internacional se tornou um dos filmes mais queridos da filmografia do diretor. Com uma trama de espionagem e direção envolventes, que incluem algumas sequências lendárias (como a da imagem acima e a tensa conclusão no Monte Rushmore), o longa nos conta a história de Roger Thornhill (Cary Grant), um pacato publicitário que é confundido por uma misteriosa organização com um agente secreto chamado George Kaplan. Perseguindo-o de norte a noroeste (North by Northwest, que é o título original do longa) do território estadunidense, os membros da organização acreditam falsamente que Roger seja o responsável pelo roubo de um microfilme contendo informações confidenciais.

Laranja Mecânica (1971)

De Stanley Kubrick, Laranja Mecânica carrega o status de um dos filmes mais polêmicos da história do cinema. O enredo do longa, originário do livro homônimo de Anthony Burgess, nos apresenta a Alex DeLarge (Malcolm McDowell), um jovem que, além de ser apaixonado por leite e pela obra de Beethoven, passa seu dia a dia com uma gangue de amigos cometendo os mais violentos crimes, como estupros e assassinatos por espancamento. Porém, ao ser preso, Alex é submetido a um experimento governamental que visa a modificação de seu comportamento violento. O filme foi tão polêmico para época que o próprio Kubrick exigiu que ele fosse tirado de circulação, e só fosse redisponibilizado após a sua morte.

Menções Honrosas

Como visto, o catálogo do HBO Max está recheado de filmes clássicos. Além dos 10 citados anteriormente, lá ainda podem ser encontrados longas que também merecem ser mencionados, como O Tesouro da Sierra Madre, de 1948, e Bonnie e Clyde: Uma Rajada de Balas, de 1967.

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